domingo, 10 de fevereiro de 2013


Rancho atuou em Oleiros

 
O Rancho Folclórico de Pedrogão Pequeno realizou neste 10 de fevereiro uma atuação, no 4º mercado “Os quintais nas praças do Pinhal” que teve lugar em Oleiros, organizado pela Associação de Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul – Pinhal Maior.
Esta atuação não seria notícia se não fosse a primeira, apos um interregno de mais de um ano motivado por problemas diretivos e por falta de executantes. 
Apesar de algum nervosismo e insegurança demostrado por um ou outro elemento, a atuação pode-se considerar um sucesso dado o pouco tempo de ensaios que o grupo leva, a que se junta o facto da grande maioria dos elementos em palco estarem a fazer a sua estreia ou estarem de regresso ao grupo apos alguns anos de ausência. Em palco estiveram 32 elementos orientados pela D. Maria do Carmo Rei, que deram vida a algumas das modas que as gentes de Pedrogão Pequeno antigamente cantavam e dançavam durante as descamisadas, nas “filhoses” da azeitona e noutros trabalhos do campo.
Para terminar há que enaltecer o trabalho, esforço e empenho dos elementos que compõem o grupo, da ensaiadora e da Direção que nos últimos meses tudo fizeram para manterem ativa uma das mais importantes Coletividades de Pedrogão Pequeno, esta atuação foi o corolário de todo esse trabalho e o início de mais uma fase na vida desta Coletividade

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013


Filarmónica Aurora Pedroguense elegeu Corpos Sociais
 

No passado dia 20 de janeiro realizou-se uma reunião da Assembleia Geral da Filarmónica Aurora Pedroguense, os trabalhos iniciaram-se com a direção a fazer um balanço do ano de 2012 onde se destacou a aposta da coletividade na formação, tendo patrocinado a participação de vários músicos em algumas formações que se realizaram na região, destacando ainda a “festa” do Borrego e o concerto de Natal.
De Seguida foi apresentado o relatório de contas de 2012. Apesar das dívidas anteriores a 2004 estarem saldadas, ainda falta saldar 10400€ do empréstimo contraído em 2007 para a aquisição de uma viatura. Colocado a votação o documento foi aprovado pelos mais de 30 sócios presentes do ato.
No terceiro ponto constava a eleição dos Corpos Sociais paro próximo triénio, não aparecendo nenhuma lista concorrente. Os sócios presentes solicitaram a continuidade dos Corpos Sociais que conduziram a Coletividade no ultimo triénio, tendo os trabalhos sido interrompidos durantes alguns minutos para se poderem fazer alguma ajustes, vistos alguns dos seus elementos não estarem presentes e não haver comunicações para saber da sua disponibilidade para continuarem, tendo-se recorrido a alguns dos sócios presentes para se compor a lista, que colocada a votação foi aprovada por unanimidade.
De seguido foram apresentados o orçamento e o plano de atividades para o ano de 2013 que colocados a votação foram aprovados por unanimidade, deste documento alem das atividades que a Coletividade vem realizando constam  novos desafios que serão lançados quando chegar a altura.
No último ponto da ordem de trabalhos o Presidente da Direção agradeceu o trabalho e empenho dos músicos e Maestro e apelou aos sócios e executantes que tenham orgulho na coletividade e no trabalho que realizam, agradeceu também o apoio e colaboração dos sócios, dos Pedroguenses, da Camara e da Junta de Freguesia. Houve tempo ainda para os sócios presentes deixarem sugestões ou manifestaram as suas opiniões sobre a vida da coletividade. Os corpos Sociais da Filarmónica passam a ter a seguinte constituição:
 
Assembleia Geral
Presidente: Vítor Manuel Nunes Gomes
Vice-Presidente: Francisco José Antunes Dias Rei
1.º Secretário: Ana Paula Dias Antunes
2.º Secretário: Pedro Miguel Venâncio António

Direção

Presidente: Manuel Francisco Antunes Dias
Vice-Presidente: Adélia Maria da Silva Cortês
Secretário: Ricardo Jorge Dias Antunes
Tesoureiro: Sandra Cristina da Silva Simão
Vogal eleito pelos executantes: Manuel Henrique Martins Andre.
 

Conselho Fiscal

Presidente: António Antunes Martins
Secretário: Manuel Antunes
Vogal Relator: Carlos Arnauth dos Santos

Suplentes

Luís Filipe Dias Serra
Hugo Gabriel André Martins
Fátima Patrícia Nunes Martins
João Manuel Silva Antunes
Fátima Maria Figueiredo Simão

 

 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013


 Rancho Folclórico de Pedrógão Pequeno realizou
Assembleia Geral

 

Teve lugar no passado dia 5 de janeiro uma Assembleia-geral do Rancho Folclórico de Pedrogão Pequeno.
Os trabalhos iniciaram com apresentação do relatório de contas relativo ao ano de 2012, que colocado a votação foi aprovado por unanimidade pelos mais, de 30 sócios e executantes do Rancho presentes na reunião.
De seguida foram apresentados o orçamento e o plano de atividades para o ano de 2013, que foram igualmente aprovados por unanimidade. De realçar que a coletividade regista uma situação financeira bastante confortável como comprava os 12481,53€ euros de saldo que transitam para 2013. O grande objetivo a curto prazo é consolidar o grupo especialmente no que diz respeito aos dançarinos.
No ano que findou esta coletividade viveu um período conturbado motivado pela falta de elementos e pela instabilidade diretiva, tendo realizado só uma atuação que ocorreu a 1 de novembro no “Borrego” da Filarmónica.
Foi ainda destacado o esforço e empenho dos elementos que atualmente compõe o Rancho e da sua Ensaiadora Maria do Carmo Rei, por não terem permitido o seu encerramento, foi também referido o papel da atual direção liderada por José Arnauth, pelo exelente trabalho realizado.
No final houve um lanche convívio cujo objetivo foi fortalecer os laços de camaradagem, entre todos componentes do grupo.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


Bravo

Irmandade do 1º do Ano realizou convívio

 

No passado dia um de Janeiro uma das três Irmandades do lugar do Bravo, realizou o seu convívio anual. Os membros da Irmandade do “1º do ano” como é vulgarmente conhecida, concentraram-se junto á Capela de S. Rafael por volta das 10:30, onde o convívio se iniciou com um período de oração, no qual foram lembrados os “irmãos” e familiares destes falecidos. Depois seguiu-se uma refeição que contou com a presença da quase totalidade dos seus membros, finda a qual alguns dos “irmãos” por imperativos de ordem familiar ausentaram-se do evento. Os restantes permaneceram no local até por volta das 16 horas onde foram convivendo, jogando ao fito e petiscando. Este ano a ementa foi a base febras e entremeadas, ementa essa que varia de ano para ano dependendo da verba que Irmandade dispõe para o efeito, como referiu o Mordomo (ou “homem da saca” como também é conhecido, o cargo) cessante Vítor Fernandes, para o ano de 2013 a “saca” passou para Libânio Martins, que alem de preparar o próximo convívio, durante o ano terá que avisar os restantes “Irmãos” do falecimento de algum “Irmão” ou familiar.

Esta irmandade tem cerca de 20 membros, divididos entre trabalhadores e pagantes, os trabalhadores tem por missão ajudar nos funerais pertencentes a irmandade, levando as lanternas e a cruz e ajudando a pegar nos caixões sempre que necessário. Os pagantes contribuem com uma verba estipulada, ficando assim dispensados das tarefas atras referidas e é com essa verba, que se realiza o convívio anual.

A origem destas Irmandades perde-se no tempo, tendo sido criadas com o objetivo de transportar os defuntos para o cemitério e dar apoio as famílias enlutadas. Como os carros funerários só apareceram muito recentemente, até ai os defuntos tinham que ser transportados “a mão” até ao cemitério. Em todos lugares da Freguesia havia uma ou mais Irmandades, mas ate aos nossos dias poucas sobreviveram, às três do lugar do Bravo juntam-se mais duas ou três no resto da Freguesia.

domingo, 23 de dezembro de 2012


Igreja Matriz recebeu Concerto de Natal

 
No passado dia 22 de dezembro de 2012 a Filarmónica Aurora Pedroguense realizou na Igreja Matriz de Pedrogão Pequeno o seu concerto de Natal. O evento abriu com a atuação de um grupo de músicos da Filarmónica da classe dos metais (trompetes, trompa, trombone, tuba e contrabaixo) que apresentaram alguns temas que tem vindo a ser preparados na escola de música da Filarmónica, seguiu-se a atuação de outro grupo semelhante ao anterior, mas desta vez composto por instrumentos de palheta (clarinetes e saxofone tenor).

Chegada a vez do Grupo Coral do Sertanense, este brindou os presentes com uma atuação bastante interessante, e apesar de interpretar um género musical ligeiramente diferente do que, as gentes de Pedrógão estão habituadas a ouvir, conseguiu prender a atenção do público que no final o brindou com um estrondoso aplauso.
 A finalizar ocupou o palco a Filarmónica Aurora Pedroguense, que abriu com a marcha de concerto “Amores de Pedrógão” recuperada do arquivo de propósito para este evento (esta marcha já fez parte do reportório desta Coletividade até por volta do ano dois mil) e teve o ponto alto com a interpretação da obra “Suite de Natal”, terminado com o tema “É Natal” que contou também com a participação de três dos alunos que frequentam a escola de música da Filarmónica e que ainda não fazem parte da Banda. O trabalho apresentado espelha o empenho dos músicos desta Coletividade e o esforço e dedicação do Maestro Pedro Cordeiro.

As mais de 120 pessoas que assistiram a este evento não deram por perdidas as cerca de duas horas e meia que durou o espetáculo e no final aplaudiram de pé as atuações Grupo Coral e da Filarmónica.
No final do concerto realizou-se um pequeno lanche convívio, onde músicos, elementos do Grupo Coral e público puderam conviver como manda o espirito da quadra Natalícia.

 

sábado, 1 de dezembro de 2012


Pedrogão Pequeno cumpriu mais uma tradição
 




Quando o relógio da torre da Igreja Matriz acabou de entoar as 12 badaladas que anunciavam a chegada do 1º dia de dezembro, a Filarmónica Aurora Pedroguense que aguardava perfilada junto escola primária, iniciou mais uma tradicional arruada que recorda a restauração da independia Nacional ocorrida a 1 de dezembro de 1640, sendo acompanhada por mais de duas dezenas de Pedroguenses, devidamente equipados para fazerem frente ao muito frio que se fazia sentir, percorrendo-se assim algumas das ruas desta Vila ao som do Hino da Restauração.
 
O grupo de amigos de Pedrogão Pequeno no Facebook também se associou a este evento e lançou o desafiou aos Pedroguenses para se juntarem a Filarmónica e cantarem o hino.
 
O local escolhido foi a Praça Ângelo Henriques Vidigal em frente ao pelourinho, apesar de não ter existido um ensaio do “coro” com a Banda, a missão foi cumprida com sucesso, porque o principais objetivos, (o convívio e a divulgação desta tradição Pedroguense) foram atingidos.

No final ficou um repto para que esta tradição se mantenha nos próximos anos, apesar da decisão anedótica do Governo Português, que aboliu este feriado em que se celebra a independência Nacional.   
Houve ainda tempo para músicos e participantes conviverem num pequeno lanche na sede da Filarmónica

quinta-feira, 22 de novembro de 2012


Tradições Pedroguenses

 

Arruada do 1º de dezembro

 
Todos os anos quando o relógio da Torre dá as 12 badaladas que poem fim ao dia 30 de novembro e dão as boas vindas ao dia 1 de dezembro a Filarmónica Aurora Pedroguense inicia a arruada do 1º de Dezembro, interpretando o Hino da Restauração, esta manifestação patriótica tem como objetivo relembrar a Restauração da Independia Nacional ocorrida em 1640.

 A origem de tal tradição nesta Vila perde-se no tempo, mas tudo indica que terá tido a sua origem muito próxima da fundação da Filarmónica, e talvez possa ter sido influenciada por manifestações semelhantes ocorridas noutras localidades
 Nos primeiros tempos esta arruada tinha início no “cabeço” (pequena elevação situada entre a traseiras do antigo hospital e a capela de Sta. Maria Madalena, também conhecido como “Monte Olivete” que até a poucos anos atras também era um local de confraternização dos Pedroguenses), segundo informação facultada pelo Sr. António Barata Duarte, que recordou este facto de conversas do seu pai, que foi Musico durante bastantes anos (tendo ingressado na Filarmónica muito próximo da sua fundação) e também foi Diretor e Maestro desta coletividade em algumas ocasiões nas décadas de 1920 e 1930.
 Depois esta arruada passou iniciar-se junto a Escola Primária, habito que chegou ate aos nossos dias. Porque durante muitos anos a Escola Primaria era o único edifício publico civil desta Vila e era la também que a Junta tinha a sua sede, percebe-se o porquê desta arruada se iniciar neste local. Esta tradição tem-se mantido inalterada a exceção de ou outro ano em que as condições climatéricas não permitiram a realização da arruada, mas nessas ocasiões o Hino da Restauração foi sempre tocada nem que fosse dentro da sala de ensaio. Vem sendo hábito os Pedroguenses acompanharem a Filarmónica nesta arruada, embora ultimamente em número muito reduzido.
Mais tarde a Filarmónica também instituiu este dia, como a dia de pagamento, passando os músicos receber neste dia a verba pelos serviços realizados no decorrer do ano.
Apesar dos políticos que hoje governam este País se terem esquecido da importância de certos acontecimentos, que foram determinantes para a independência Nacional, esperemos que os Pedroguenses e a sua Filarmónica continuem a relembrar o feito operado por aquele grupo de nobres Portugueses liderados por D. João Duque de Bragança, naquele longínquo 1 de dezembro de 1640.