domingo, 23 de dezembro de 2012


Igreja Matriz recebeu Concerto de Natal

 
No passado dia 22 de dezembro de 2012 a Filarmónica Aurora Pedroguense realizou na Igreja Matriz de Pedrogão Pequeno o seu concerto de Natal. O evento abriu com a atuação de um grupo de músicos da Filarmónica da classe dos metais (trompetes, trompa, trombone, tuba e contrabaixo) que apresentaram alguns temas que tem vindo a ser preparados na escola de música da Filarmónica, seguiu-se a atuação de outro grupo semelhante ao anterior, mas desta vez composto por instrumentos de palheta (clarinetes e saxofone tenor).

Chegada a vez do Grupo Coral do Sertanense, este brindou os presentes com uma atuação bastante interessante, e apesar de interpretar um género musical ligeiramente diferente do que, as gentes de Pedrógão estão habituadas a ouvir, conseguiu prender a atenção do público que no final o brindou com um estrondoso aplauso.
 A finalizar ocupou o palco a Filarmónica Aurora Pedroguense, que abriu com a marcha de concerto “Amores de Pedrógão” recuperada do arquivo de propósito para este evento (esta marcha já fez parte do reportório desta Coletividade até por volta do ano dois mil) e teve o ponto alto com a interpretação da obra “Suite de Natal”, terminado com o tema “É Natal” que contou também com a participação de três dos alunos que frequentam a escola de música da Filarmónica e que ainda não fazem parte da Banda. O trabalho apresentado espelha o empenho dos músicos desta Coletividade e o esforço e dedicação do Maestro Pedro Cordeiro.

As mais de 120 pessoas que assistiram a este evento não deram por perdidas as cerca de duas horas e meia que durou o espetáculo e no final aplaudiram de pé as atuações Grupo Coral e da Filarmónica.
No final do concerto realizou-se um pequeno lanche convívio, onde músicos, elementos do Grupo Coral e público puderam conviver como manda o espirito da quadra Natalícia.

 

sábado, 1 de dezembro de 2012


Pedrogão Pequeno cumpriu mais uma tradição
 




Quando o relógio da torre da Igreja Matriz acabou de entoar as 12 badaladas que anunciavam a chegada do 1º dia de dezembro, a Filarmónica Aurora Pedroguense que aguardava perfilada junto escola primária, iniciou mais uma tradicional arruada que recorda a restauração da independia Nacional ocorrida a 1 de dezembro de 1640, sendo acompanhada por mais de duas dezenas de Pedroguenses, devidamente equipados para fazerem frente ao muito frio que se fazia sentir, percorrendo-se assim algumas das ruas desta Vila ao som do Hino da Restauração.
 
O grupo de amigos de Pedrogão Pequeno no Facebook também se associou a este evento e lançou o desafiou aos Pedroguenses para se juntarem a Filarmónica e cantarem o hino.
 
O local escolhido foi a Praça Ângelo Henriques Vidigal em frente ao pelourinho, apesar de não ter existido um ensaio do “coro” com a Banda, a missão foi cumprida com sucesso, porque o principais objetivos, (o convívio e a divulgação desta tradição Pedroguense) foram atingidos.

No final ficou um repto para que esta tradição se mantenha nos próximos anos, apesar da decisão anedótica do Governo Português, que aboliu este feriado em que se celebra a independência Nacional.   
Houve ainda tempo para músicos e participantes conviverem num pequeno lanche na sede da Filarmónica

quinta-feira, 22 de novembro de 2012


Tradições Pedroguenses

 

Arruada do 1º de dezembro

 
Todos os anos quando o relógio da Torre dá as 12 badaladas que poem fim ao dia 30 de novembro e dão as boas vindas ao dia 1 de dezembro a Filarmónica Aurora Pedroguense inicia a arruada do 1º de Dezembro, interpretando o Hino da Restauração, esta manifestação patriótica tem como objetivo relembrar a Restauração da Independia Nacional ocorrida em 1640.

 A origem de tal tradição nesta Vila perde-se no tempo, mas tudo indica que terá tido a sua origem muito próxima da fundação da Filarmónica, e talvez possa ter sido influenciada por manifestações semelhantes ocorridas noutras localidades
 Nos primeiros tempos esta arruada tinha início no “cabeço” (pequena elevação situada entre a traseiras do antigo hospital e a capela de Sta. Maria Madalena, também conhecido como “Monte Olivete” que até a poucos anos atras também era um local de confraternização dos Pedroguenses), segundo informação facultada pelo Sr. António Barata Duarte, que recordou este facto de conversas do seu pai, que foi Musico durante bastantes anos (tendo ingressado na Filarmónica muito próximo da sua fundação) e também foi Diretor e Maestro desta coletividade em algumas ocasiões nas décadas de 1920 e 1930.
 Depois esta arruada passou iniciar-se junto a Escola Primária, habito que chegou ate aos nossos dias. Porque durante muitos anos a Escola Primaria era o único edifício publico civil desta Vila e era la também que a Junta tinha a sua sede, percebe-se o porquê desta arruada se iniciar neste local. Esta tradição tem-se mantido inalterada a exceção de ou outro ano em que as condições climatéricas não permitiram a realização da arruada, mas nessas ocasiões o Hino da Restauração foi sempre tocada nem que fosse dentro da sala de ensaio. Vem sendo hábito os Pedroguenses acompanharem a Filarmónica nesta arruada, embora ultimamente em número muito reduzido.
Mais tarde a Filarmónica também instituiu este dia, como a dia de pagamento, passando os músicos receber neste dia a verba pelos serviços realizados no decorrer do ano.
Apesar dos políticos que hoje governam este País se terem esquecido da importância de certos acontecimentos, que foram determinantes para a independência Nacional, esperemos que os Pedroguenses e a sua Filarmónica continuem a relembrar o feito operado por aquele grupo de nobres Portugueses liderados por D. João Duque de Bragança, naquele longínquo 1 de dezembro de 1640.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


“Borrego” animou Pedrogão Pequeno

 
A Filarmónica Aurora Pedroguense realizou ontem mais um convívio do Borrego. O evento iniciou-se com o hastear da Bandeira da Filarmónica, seguiu-se uma arruada pela Vila de Pedrogão Pequeno, este ano devido a instabilidade do tempo não foi possível fazer a romagem ao cemitério. Por volta das 11:30 foi celebrada missa, que este ano contou com acompanhamento musical da Filarmónica.
Depois teve lugar o almoço convívio, que teve como prato principal o já tradicional borrego guisado com batatas, acompanhado por um caldo verde, no decorrer do qual foram apresentados os novos músicos da Filarmónica David André e Sónia Nunes, ouve ainda tempo para os discursos da praxe. No repasto estiveram cerca de 140 pessoas, entre Músicos, Diretores, antigos Diretores, familiares dos Músicos, Sócios, Convidados e amigos da Filarmónica.
A tarde foi preenchida com uma breve atuação da Filarmónica, visto que as condições climatéricas não permitiram que esta realizasse o concerto que estava agendado. Antes das castanhas e da água-pé, houve lugar a atuação surpresa do Rancho Folclórico de Pedrogão Pequeno (tocata e cantata), sendo interpretados seis números, foi a atuação possível, resultante dos três ensaios que esta coletividade realizou sobre a direção da D. Maria do Carmo Rei.
A Direção da Filarmónica agradeceu o trabalho e empenho dos Músicos e Maestro, das Senhoras que confecionaram o borrego e de todos os que contribuíram para o sucesso deste evento, assim como participação dos sócios e amigos da Filarmónica. E assim se passou mais um dia de intenso convívio Pedroguense.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012


Filarmónica organiza convívio do “Borrego”

No próximo dia 1 de novembro a Filarmónica Aurora Pedroguense organiza o tradicional convívio do “Borrego”. O evento inicia-se por volta das 10:15 com o hastear da Bandeira da Filarmónica, segue-se arruada e romagem ao cemitério, as 11:30 terá lugar a Missa na Igreja Matriz. Cerca das 13 horas realiza-se o almoço convívio com a apresentação dos novos músicos, a tarde será preenchida com Concerto da Filarmónica (se as condições metrológicas o permitirem), Magusto, e atuação de um grupo convidado.
Este convívio é aberto a quem queira participar, os sócios da Filarmónica, pagam 6€ os não sócios 10€, os antigos músicos tem entrada gratuita, as inscrições podem ser feitas até dia 28 de outubro.
Muito pouco se sabe sobre as origens desta tradição, tudo leva a crer, que o objetivo desta “festa” era proporcionar um dia de convívio aos músicos e dirigentes da Filarmónica, terminada mais uma época de festas (normalmente a ultima festa era a de S. Rafael no Bravo no final de Outubro). Se a isto juntarmos todas as tradições e rituais associados ao dia de Todos-os-Santos, as castanhas e a água-pé nova, facilmente percebemos porque é que este convívio se realizando nesta data.
  Puxando pela memória de alguns dos fiéis guardiães da história e da mística desta coletividade, os antigos músicos. Recuamos ate ao início da década de quarenta da século vinte (embora este costume seja muito mais antigo), verificamos que no dia de Todos-os-Santos havia o hábito de a Filarmónica se deslocar a casa de algumas das mais abastadas famílias da Freguesia, (Sr. Firmino da Arrochela, Sr. Martins do Cimo da Lomba, Sr. José Amaro, Sr. António Fernandes do Bravo, Sr. Cortês do Vale Couro…, etc.) e ai almoçar e conviver o resto do dia, por norma o almoço era bacalhau, (embora haja também referencias ao facto de o peixe do rio também ter feito parte da ementa destes convívios) sendo a sua aquisição da responsabilidade da Filarmónica, ficando os restantes componentes da refeição por conta do dono da casa. Certo ano o almoço foi oferecido pelo Sr. José Amaro da Várzea, que resolveu substituir o bacalhau por borrego, oferecendo ainda uma caldeira para preparar o repasto nos anos seguintes e a tradição do borrego pegou.
 

Depois disso o borrego foi tendo lugar em locais como a adega da família Vidigal na Tapada, na adega do Sr. Gustavo Alves no Areal, na “casa da Tapada” ou no telheiro de N. Sr.ª da Confiança e em outros locais que não foi possível apurar. A partir do final da década de sessenta, com a cedência a Junta de Freguesia pelo Sr. Afonso Lourenço da Silva, do edifício sede da mesma, o “borrego” passou ter lugar neste edifício, (a exceção dos anos de 1999 que decorreu na cantina escolar, e de 2000 e 2001 que teve lugar no Centro-de-dia), primeiro na arrecadação ou cave posteriormente na varanda e atualmente no salão de festas. O borrego foi desde o início, ate ao ano de 1993 sendo confeccionado por homens, como Artur Antunes Barata (Artur “Couceiro”), Vicente Correia, António Lopes Pessoa (António Inácio) e José Fernandes Mendes (Tio Zé Senhoras). A partir 1994 o borrego passou a ser confeccionado por mãos femininas.
 Outra das particularidades deste convívio era que ate ao início da década de noventa cada músico tinha que levar prato, copo e talheres.
 

terça-feira, 2 de outubro de 2012


Polidesportivo necessita de intervenção

 

A entrada da Vila na zona onde outrora se situava o parque de merendas de S. Sebastião existe hoje um polidesportivo aberto, construído na viragem do milénio, espaço que fruto das suas limitações tem tido uma utilização muito reduzida.
Se tivermos em conta que aquele equipamento no dia que foi inaugurado já era obsoleto e completamente desajustado da realidade e das necessidades da Vila, e que naquela época já se notava a falta de um espaço coberto em Pedrogão Pequeno onde se pudessem realizar eventos de cariz cultural e desportivo.
Conclui-se que com aquela obra, esta terra perdeu a grande oportunidade de ter o seu pavilhão multiusos, onde os seus habitantes e as suas coletividades pudessem realizar as suas atividades culturais e desportivas em qualquer altura do ano.
Mas voltando ao que temos, este espaço apresenta sinais evidentes de degradação, da grande maioria dos candeeiros de iluminação pública só restam as bases que além da imagem de desleixo e abandono que transmitem, colocam em causa a segurança de quem utilize o local. O parque infantil ali existente também apresenta falta de limpeza e sinais de degradação. Aguardamos que nos próximos tempos aquele espaço seja alvo da manutenção há muito merecida ….

sexta-feira, 28 de setembro de 2012


Assembleia Municipal reuniu em Pedrogão Pequeno

 

Hoje no salão da casa do povo de Pedrógão Pequeno decorreu uma reunião da Assembleia Municipal da Sertã, os trabalhos iniciaram-se cerca das 15 horas.
No período antes da ordem do dia sobressaiu a intervenção do Presidente da Junta de Palhais um pouco fora do contexto, com algumas acusações ao anterior Executivo Municipal, o que provocou o protesto da Bancada socialista pela voz do deputado Álvaro Monteiro o resto do debate foi morno, tendo a grosso das intervenções sido protagonizadas pelos deputados João Carlos Almeida e Calado Pina da Bancada social-democrata e Álvaro Monteiro da Bancada socialista.
Os documentos apresentados a discussão e votação foram todos aprovados.
No período reservado ao público apenas dois Pedroguenses usaram da palavra. Das suas intervenções destacaram-se um pedido de informação relativo a uma hipotética elaboração em curso de um projeto de requalificação do monte de N. Sra. da Confiança.
 Ficou também um alerta para o estado de degradação do antigo Hospital da Misericórdia e para risco que este apresenta para segurança de que mora ou circula nas suas imediações.
A necessidade de reparação da rede viária na Freguesia também foi focada, sendo referidas as estradas de acesso ao Casal Novo, Portoleiros e Moinho das Freiras foi ainda mencionada a estrada marginal a Albufeira da Barragem do Cabril.
Foi também sugerido ao Executivo Municipal (por um Pedroguense) que descentralize as suas reuniões a semelhança do que está a acontecer com a Assembleia Municipal, sugestão que foi bem recebida pelo Presidente do Município.
Os Pedroguenses compareceram em número reduzido, tendo passado pelo local da reunião pouco mais de vinte, destes só cerca de uma dúzia acompanhou os trabalhos na totalidade.